Jeronymo Monteiro

O escritor Jeronymo Barbosa Monteiro (1908-1970) é um marco fundamental da literatura infantil e juvenil do Brasil. Foi um dos precursores do rádio-teatro, criador do primeiro detetive brasileiro e da primeira série policial. Mas, acima de tudo, é sempre lembrado como "Pai da Ficção Científica Brasileira".

JERONYMO MONTEIRO EM ATIVIDADE

Jeronymo Monteiro sempre desenvolveu atividades profissionais ligadas à escrita

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Jeronymo Monteiro em seu apartamento na Av. Vieira de Carvalho, em São Paulo. A foto foi tirada em 22 de maio 1968, pelo fotógrafo Jorge Torok.

Como jornalista, sua primeira experiência em um jornal de grande porte foi o de revisor no O Estado de São Paulo, em 1928.
Depois, foi repórter e preparador de texto na Folha de São Paulo.

Na Folha manteve a coluna “Panorama”, desde 1957 até seu falecimento, e continuada por sua filha Therezinha Monteiro Deutsch. Assinava a coluna como J. Monteiro, sua filha passou a assinar como T. Monteiro.
A proposta de “Panorama” era distrair e, eventualmente, ensinar algo, propondo-se dar um pouco de notícias curiosas, assuntos brasileiros, divulgação científica, humor e muita descontração aos leitores.

Também manteve desde 1958, a coluna “Admirável Mundo Novo”, de divulgação científica, com informações e contos de ficção científica, no A Tribuna, de Santos.

Em 1957, ocupou o cargo de supervisor da revista Casa e Jardim; foi repórter e preparador de texto do Última Hora e do Jornal de Notícias, entre outros jornais.

Jeronymo teve uma passagem importante ligada aos quadrinhos brasileiroso

Quando a Editora Abril começou, em 1950, foi chamado para ser o editor de sua primeira publicação, a revista O Pato Donald, já que era considerado um dos melhores escritores infanto-juvenis da época.

Foi o primeiro editor da Editora Abril, quando ela ainda se chamava Primavera, fundada por Victor Civita em dezembro de 1949 – embora a primeira revista, Raio Vermelho, que também editou, só chegasse às bancas em maio do ano seguinte.

Além de primeiro editor, caberia a ele as funções de tradutor, redator e secretário. Inventou vários dos nomes de personagens Disney que subsistem até hoje no Brasil, como por exemplo, Tio Patinhas, Huguinho, Zezinho e Luizinho, entre outros

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Informação

Publicado em 7 de junho de 2015 por em Editora Abril, Ficção Científica, Jornalismo, Quadrinhos.
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